�� Projectos

Plataforma Activa da Sociedade Civil (PASC)

 

A Decide é orgulhosamente membro fundador da primeira Plataforma Activa da Sociedade Civil (PASC), que pretende fomentar um relacionamento em rede entre diversas associações, para se assumir, independentemente de partidos políticos e de políticas estabelecidas, como parceiro da mudança necessária do nosso país e dar contributos efectivos à sociedade portuguesa. Com a sua actividade, a PASC pretende mobilizar a Sociedade Civil, tanto a nível nacional, regional ou local, em torno de questões e acções concretas e que a Sociedade Civil possa contribuir com soluções de qualidade e encontrar oportunidades que revigorem o país em que vivemos.
(blog)
(PASC no Facebook)

 

ESTUDO COMPARATIVO DECIDE-KLINGENTHAL

 

Em 2007, a DECIDE propôs na reunião anual da rede de Klingenthal o desenvolvimento de um estudo comparativo sobre o modo como se ensina e forma sobre a União Europeia nos diferentes Estados-membros. A apresentação deste projecto pode ser consultado neste link. Em 2008 o resultado foi apresentado aos membros da rede Kligenthal que decidiram publicá-lo internamente. O resultado deste trabalho de cooperação pode ser agora consultado aqui na sua integralidade. Este ano, o estudo poderá ser alvo de maiores desenvolvimentos por parte dos membros da rede com o apoio da Fondation pour les Progrès de l'Homme, que mostrou grande interesse no tema proposto pela Decide.

 

Fotos DECIDE-Klingenthal

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“CRESCER CIDADÃO”: CRESCER NA CIVITILÂNDIA

 

Quando, em 2003, a DECIDE encetou os primeiros contactos com a Secretaria de Estado de Educação, estavam lançadas as bases para a proposta de reorganização da “Área de projecto” e da “Formação cívica” enquanto áreas curriculares não disciplinares obrigatórias para o 1º a 3º Ciclos do Ensino Básico nas escolas de todo o país. Um desafio abraçado desde logo pela DECIDE que, não sendo indiferente ao facto de 2005 ter sido proclamado pelo Conselho da Europa o ano da Cidadania pela Educação, convidou a Escola EB 2+3 Martim de Freitas, em Coimbra, para um projecto-piloto com a turma 8.º C.

Nesse sentido, partimos para o terreno em Outubro com a convicção que, diariamente, somos confrontados na nossa vida com direitos e deveres de índole vária e em esferas distintas mas frequentemente os reduzimos aos momentos em que os nossos governantes nos intimam nas urnas para o exercício do voto. Conscientes de tal facto, quisemos que a nossa missão fosse pautada pela sensibilização para uma educação para a Cidadania consciente e participada, questionando os desafios decorrentes da sua prática, as ameaças ao seu exercício pleno e as novas abordagens mais comunitárias e agregadoras.

Para este projecto-piloto, considerámos de extrema relevância dividir as temáticas para discussão em cinco grandes áreas: génese histórica, conceito e alargamento do estatuto de cidadania; direitos, deveres, liberdades fundamentais e esferas de poder; educação para a cultura da paz e o papel das organizações internacionais; educação para os direitos humanos, para a diferença e para os preconceitos; educação para o ambiente, desenvolvimento sustentável, empreendorismo e consumo. A base conceptual da exploração destas temáticas tem feito sentido apenas numa lógica de Educação não formal (métodos didáctico-pedagógicos mais flexíveis e participados que nos cenários da educação formal) e no método de conscientização de Paulo Freire (apresentação de situações limite, análise e desconstrução, acção) em que os formadores se assumem sobretudo como facilitadores e mediadores do processo de aprendizagem.

Para além disso, este é um projecto adaptado à realidade específica destes jovens, já que vão conhecendo e envolvendo-se com o meio circundante, associações e projectos que a Cidade e a região têm desenvolvido. De facto, como trabalhos finais a desenvolver, foram já apresentados dois projectos que acolheram um extraordinário entusiasmo por parte dos alunos: a divisão por grupos e escolha de uma associação local que virá à escola e será entrevistada tendo em vista a publicação no jornal da escola e a realização de uma ficha guia sobre o trabalho da associação em causa; e a pintura de um painel de Direitos Humanos em cerâmica, a expor posteriormente na escola em local público.

Dinâmicas que, desde o início do segundo período, têm como chapéu abrangente a Civitilândia, uma cidade imaginada à escala do projecto, em que os|as alunos|as (os|as “civititas”) experienciam na primeira pessoa o que é ganhar e perder dinheiro (com as “civitas” como moeda de troca) na exacta medida em que cumprem ou não os direitos e deveres da Constituição que eles próprios definiram. Para além disso, a dinamização desta cidade imaginada é à medida dos|as alunos|as também porque, à distância de um clic, podem aceder a http://civitilandia.blogspot.com e aí sugerirem actividades e temas para discussão.

Sabemos como o conceito “escola-piloto” é tão sintomático do que o projecto é na prática: um laboratório de experiências diário, em permanente avaliação pelos professores e alunos da turma mas com a certeza que a nossa maior motivação é levar a pensar estes jovens para que mudem o mundo em que vivem. E esse passo, “no caminho que se faz caminhando”, sabemos nós ter já sido dado só pelo simples facto da DECIDE ter sonhado pensar poder fazer parte desse trajecto.

 

Blog Civitilândia

 

http://civitilandia.blogspot.com

 

Fotos Crescer Cidadão

 

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Artigos publicados no Diário de Coimbra

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